domingo, 21 de setembro de 2008

Domingo no quarto.

Hoje eu acordei mais cedo
Tomei sozinho o chimarrão
Procurei a noite na memória... procurei em vão
Hoje eu acordei mais leve (nem li o jornal)
Tudo deve estar suspenso... nada deve pesar
Já vivi tanta coisa, tenho tantas a viver
Tô no meio da estrada e nenhuma derrota vai me vencer
Hoje eu acordei livre: não devo nada a ninguém
Não há nada que me prenda

Ainda era noite, esperei o dia amanhecer
Como quem aquece a água sem deixar ferver
Hoje eu acordei, agora eu sei viver no escuro
Até que a chama se acenda

Verde... quente... erva... ventre... dentro... entranhas
Mate amargo noite adentro estrada estranha

Nunca me deram mole, não (melhor assim)
Não sou a fim de pactuar (sai pra lá)
Se pensam que tenho as mãos vazias e frias (melhor assim)
Se pensam que as minhas mãos estão presas (surpresa)

Mãos e coração, livres e quentes: chimarrão e leveza
Mãos e coração, livres e quentes: chimarrão e leveza

... ilex paraguariensis...... ilex paraguariensis...

(Ilex Paraguariensis - Engenheiros do Hawaii)

Um comentário:

Marcus Vinícius Manzoni disse...

E aí, Diego. Quanto tempo! Beleza cara, compreendo o que tu disseste. Pois bem, eu não disse em momento algum que se contradiz, mas disse sim que nem eles têm certeza do que dizem. Eu não acredito em ninguém, muito menos na ciência. Só isso. É o meu ponto de vista.